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Foto: Rogério Borges
Foto: Rogério Borges
Foto: Rogério Borges

Rogério Borges em Errâncias Jornalista e professor | Publicado em 23 de março de 2017

Rogério Borges
Jornalista e professor
23/03/2017 em Errâncias

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Quando a capital do poder floresce

De Washington (EUA) – Na cidade burocrática, de prédios sólidos e cinzentos, onde estão alguns dos principais símbolos do poderio político e militar do mundo, ainda há espaço para a poesia. E ela vem todas as vezes que os ventos frios do inverno ficam para trás e o sol volta a abrir no hemisfério norte. A chegada da primavera deixa os dias mais bonitos, menos pesados e mais floridos. Em se tratando de Washington, isso ocorre literalmente. Final de março e início de abril é o momento em que a capital dos EUA muda de cor.

Nesta época, há o famoso Festival Nacional da Flor de Cerejeira, que em 2017 comemora 90 anos de existência. O evento começou esta semana e vai até 16 de abril. Ele celebra a transformação pela qual passam os parques, monumentos, lagos e rios da cidade e que atraem cerca de um milhão e meio de turistas de todo o país e até do exterior. Neste período, os visitantes enchem a sisuda cidade administrativa para fazer piqueniques em seus gramados, debaixo de sombras rosadas e alvas de milhares de cerejeiras em flor.

Ermira convida você a fazer essa viagem conosco nesta reportagem fotográfica. Venha apreciar cenários deslumbrantes, cuja existência só foi possível em razão de uma doação de 3 mil mudas desta linda árvore que é símbolo do país do Sol Nascente. Esse presente do Japão ocorreu há cerca de um século e o governo norte-americano plantou as árvores nas alamedas e bosques de Washington. O resultado é esse espetáculo anual de encher os olhos. Confira!

Fotos: Rogério Borges

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Memorial Thomas Jefferson, nas margens do Tidal Basin, no coração de Washington. As alamedas em torno das margens deste lago são os caminhos mais utilizados pelos visitantes  para ver as cerejeiras em flor.

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Os caminhos entre os bosques de Washington ficam totalmente floridos e convidam a passeios. Toda a região central da capital norte-americana é cheia de parques onde as cerejeiras estão plantadas.

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O Monumento a Washington também é cercado pelas árvores floridas nesta época. Os turistas podem visitar o obelisco e de lá ter uma visão privilegiada da cidade toda florida.

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Os jardins da Casa Branca, sede do governo dos EUA, também tem árvores em flor, sobretudo em sua parte dos fundos. Há um pequeno bosque bem próximo ao prédio que é um dos que mais concentram cerejeiras.

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As margens do Rio Potomac, que separa a área administrativa de Washington da região de Arlington, no Distrito de Columbia, também são repletas de cerejeiras. Aliás, este espaço é um dos mais agradáveis para deitar-se na grama e relaxar.

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O memorial em homenagem ao presidente Franklin Delano Roosevelt foi construído em meio às cerejeiras. O projeto paisagístico levou em conta as árvores para que o local as agregasse na estrutura.

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As cerejeiras foram plantadas formando um caminho. É um verdadeiro corredor de sombras e flores que percorre toda a parte arborizada da cidade.

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O Congresso dos Estados Unidos, na frente do qual há a maior alameda da cidade, também tem como moldura as cerejeiras japonesas. Vale a pena tirar fotos que não deixam a dever para verdadeiros cartões-postais.

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Nos parques de Washington, as cerejeiras convivem com outras espécies de árvores. O resultado é deslumbrante. Às vezes temos a impressão de que estamos diante de uma pintura.

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As flores de cerejeira são de duas cores, rosas violáceas e brancas. Os paisagistas tiveram o cuidado de alternar as mudas para que essas cores se mesclassem na paisagem.

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O Capitólio e a Biblioteca do Congresso são dois edifícios que têm em suas imediações as cerejeiras. Quem chega à cidade pela Union Station, principal estação ferroviária da capital dos EUA, dá de cara com um panorama de tirar o fôlego.

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Um verdadeiro tapete de pétalas forma-se no chão dos parques. Flores no alto e em baixo. É espetacular!

Tag's: Cerejeiras, EUA, turismo, Viagens, Washington

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4 comentários em “Quando a capital do poder floresce”

  1. Cristiane Tuma disse:
    23 de março de 2017 às 14:28

    Realmente, espetacular! Belíssimo!

    Responder
  2. silvia lucia bigonjal braggio disse:
    23 de março de 2017 às 16:06

    Lindo! Texto delicado!

    Responder
  3. Matilde P Borges disse:
    23 de março de 2017 às 19:24

    Fantástico ! Faz bem aos olhos e a alma.

    Responder
  4. alda m. borges cunha disse:
    25 de março de 2017 às 10:45

    O registro no seu conjunto é fabuloso!!

    Responder

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